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Para, ouve e luta contra a violência doméstica

A violência doméstica é uma epidemia silenciosa: as vítimas não são vistas ou ouvidas. E não estamos a falar de um mundo muito longe: um colega, a rapariga sentada no comboio, tu. Qualquer pessoa pode estar a carregar um peso enorme a escondê-lo do mundo. Mas alguns – a estatística mostra que muitos – não sabem reconhecer os sinais e minimizar o peso do problema.

 

O maior problema no que toca a lutar contra esta mentalidade é o medo de não ter credibilidade: muitas vítimas desistem da ideia de procurar ajuda porque acham que não vão ser levadas a sério, que a sua voz não vai ser ouvida. A maioria não confia no sistema jurídico e tem medo de repercussões ainda maiores, uma boa percentagem não sabe onde procurar ajuda e acaba por ceder à dor e fraqueza, talvez sentindo-se dormente ou começando a acreditar que merecem ser tratadas assim.

Isto tem de acabar e, para fazer isso, é tempo de #SpeakOutListenUp, por nós e pelos outros. As palavras são armas poderosas, capazes de grandes coisas, e podem fazer a diferença. As pessoas precisam de conseguir falar sobre o que lhes está a acontecer, confiar em quem está à frente deles mas, especialmente, confiar de que independentemente das palavras que escolherem, elas vão ser poderosas.

 

Aqui estão três sinais para estar atento:

Isolação

Pouco a pouco, as vítimas de abuso separam-se do mundo, isto traduz-se numa desconexão profunda de pessoas e situações. Elas deixam de ter algo em comum com os outros, param de falar e vivem apenas na sua dor. Não respiram ar fresco, esquecem-se do que é liberdade e de quem são.

Baixa auto-estima

Sozinhas e assustadas, elas vêm escuridão para todo o lado onde olhem. Mesmo quando estão longe da fonte da sua dor, a sua vida é totalmente submetida a isso. De luto pela perda de elas próprias, não conseguem ver cores.

Ferimentos

As vítimas podem esconder muitos sinais dos seus ferimentos, e o medo não é apenas sentido no seu corpo, mas também na sua mente. Seja cuidadoso e esteja atento, não sabe que batalhas a pessoa ao seu lado está a lutar e talvez ela esteja a pedir ajuda.

 

Encontre abaixo três maneiras de como pode fazer uma diferença:

Seja paciente

A paciência é a chave ao lidar com estas situações delicadas, e mantenha em mente que o que interessa é a pessoa à sua frente, não você. Por um minuto, ou uma hora, eles são quem precisa de ser ouvido. Só se vão sentir seguros se mostrar paciência e compreensão.

Recorra a ajuda profissional

Lembre-se que há profissionais dedicados a resolver este tipo de problemas, que sabem melhor como lidar com os mesmos e como tratar as pessoas que estão a passar por esta situação. Não diga algo de que não tem a certeza e, se vir sinais claros de que algo se está a passar, procure ajuda externa ou convide a vítima a fazê-lo.

Oiça

Todos têm uma história que precisa de ser ouvida e é importante ouvir com a mente e o coração. Não sabemos o quão importante o facto de nós ouvirmos pode ser, mas provavelmente vai ser algo bom para começar.

 

A AVON sonha com um mundo onde não exista violência e abuso. Por este motivo, a AVON vai trabalhar com a World Association of Girl Guides and Girl Scouts (WAGGGS) para chamar à atenção e educar milhões de mulheres e raparigas. Vai ainda doar fundos através da venda de produtos pelo mundo para combater a violência doméstica suportando organizações e ajudando famílias e amigos e estarem atentos aos sinais.

É possível combater a violência, mas para o fazer todas as histórias precisam de ser contadas e ouvidas. Fale e oiça, pode mudar as coisas e fazer uma diferença, portanto faça-o.

 

 

 

 

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